Clínica de Recuperação em Minas Gerais
A dependência química é uma doença que está cada vez mais se alastrando por todos os cantos do Brasil e criar um projeto de recurso terapêutico em uma clínica de recuperação em Minas Gerais é a escolha certa para pacientes que se encaixam nesse perfil. Sendo assim, encontrar uma unidade no estado de Minas é fundamental para viabilizar o tratamento.
Livio Augusto, um auxiliar de cozinha regularmente começou a consumir álcool e cocaína. O processo começou lentamente e quando Lívio deu conta, já estava enraizado nas drogas. Na pandemia da Covid-19. Pesando 44 quilos, metade do seu peso normal, percebeu que estava sozinho e longe de casa, trabalhando em um prostíbulo no interior de Minas para sustentar seu vício. (Fonte: Estadão)
Essa não é uma realidade incomum para pessoas que ao longo do processo de dependência química, chegam ao fundo do poço e posteriormente se sujeitam a qualquer forma de conseguir recursos financeiros para sustentar a si mesmos e conjuntamente o vício. Contudo, assim como Lívio, milhões de brasileiros se encontram na mesma situação.
“O que estou fazendo aqui?” – Foi o despertar espiritual do jovem adulto de 28 anos. Tal estopim serviu para que o mesmo buscasse ajuda e recurso terapêutico. Atualmente ele está em tratamento contra a doença da dependência química em uma comunidade terapêutica.
Para quem é dependente químico, passar por altos e baixos da doença sozinho ou sem o devido tratamento, é deixar a mesma evoluir cronicamente. Além do mais, para pessoas que não sabem, a recaída não é parte do processo de recuperação, mas de uma falha no tratamento. Por mais que esteja latente a doença, é preciso criar meios para continuar sóbrio.
Dados da Secretaria de Desenvolvimento Social Paulista demonstram que entre abril de 2020 e julho de 2021 a maioria das pessoas atendidas na rede pública era constituída por homens. Dos 88% do público masculino que fez o uso de substâncias psicoativas, 26,7% eram álcool e 19,8% cocaína.
Um aspecto interessante na matéria publicada pelo Estadão, é que com a crise sanitária, dos que perderam seus familiares por conta da COVID, desemprego e problemas nos relacionamentos com a família, tiveram gatilhos para uso de drogas. Contudo, muitos conseguiram forças para começar novamente dentro de uma instituição.
O estado de Minas está se destacando na área da recuperação de pacientes adictos


Uma ocorrência no Bairro Copacabana atendida pelo 49° Batalhão da polícia de BH mudou a vida de todos os envolvidos. Uma história linda e com um final feliz. O relato envolvia uma família de dependentes químicos que estava passando por grandes dificuldades.
Bruna e Leonardo, um casal do bairro, estavam agressivos e necessitavam de intervenções policiais e médicas. Um diálogo com a PM local se estreitou e mudou a vida dos dois. A lucidez de Bruna foi fundamental para que os mesmos a levassem para Cersam local. Assim, ela recebeu as devidas orientações para realizar um atendimento preventivo e humanizado.
Passado um tempo, os policiais voltaram e fizeram uma surpresa para Bruna, comprando um bolo de aniversário. Concomitantemente foi oferecido a Wilma, cunhada de Bruna, a sugestão de três unidades para tratamento de dependência química em MG. Com isso, Bruna se internou em uma clínica de recuperação em Minas Gerais, na cidade de Matozinhos e hoje ela está surpreendentemente bem.
As clínicas de recuperação tem fortes influências na reabilitação de pacientes usuários de drogas
Como o estado de Minas está se destacando na área da recuperação de pacientes adictos, as clínicas de recuperação têm fortes influências na reabilitação de pacientes usuários de drogas. E somente as pessoas que sofrem do uso crônico de substâncias psicoativas sabem o quanto é necessário um tratamento.
Tratar o físico e o mental em conjunto é prioritário, alinhando recursos terapêuticos valiosos como a terapia medicamentosa, laborterapia, psicoterapia e terapia ocupacional. Assim, o dependente aprende a focar na vida novamente e tirar o foco das drogas. Por conta desses fatores, mais clínicas de recuperação em Minas Gerais surgiram com propostas diferenciadas e inovadoras, viabilizando o tratamento desta categoria de pacientes.
Os CAPS-AD assim como o Cersam, são unidades que fazem o atendimento, encaminhamento e direcionamento de pacientes crônicos de substâncias psicoativas para as unidades de reabilitação. Conjuntamente, nós do Grupo Braços Abertos, auxiliamos famílias e encaminhamos os pacientes para unidades que atendam as necessidades dos pacientes. Entre em contato pelo telefone ou WhatsApp (11) 93744-7594 e converse com nossos especialistas.
Com nova lei, a internação involuntária fica facilitada nas clínicas de recuperação em Minas Gerais
O Diário de Uberlândia publicou uma matéria interessante sobre a Lei 13.840 que foi sancionada pelo Governo Federal, onde há uma autorização da internação compulsória de dependentes químicos, assim com a nova lei a internação involuntária fica facilitada nas clínicas de recuperação em Minas Gerais.
A internação compulsória é aquela em que a justiça determina, através de laudos médicos, a necessidade de institucionalizar forçadamente uma pessoa. Restringir a liberdade compulsoriamente em uma unidade de terapia para tratamento não é algo que se deva observar como um aspecto negativo. Existem indivíduos em que tal recurso, pode preservar não apenas a vida do indivíduo, mas a de outras pessoas.
Contudo, a melhor forma de viabilizar o tratamento em clínicas de recuperação em Minas Gerais, é o projeto voluntário. Conversar com a família do dependente e com o mesmo de forma consciente é fundamental para ampliar as taxas de recuperação e eficiência dentro das unidades. Por isso, independentemente da forma que irá conduzir o tratamento, entre em contato conosco acessando a página do Grupo Braços Abertos.
“A primeira vez que fui internado em um hospital psiquiátrico, fiquei um tempo limpo. Após dois anos, fui para outra unidade no ano de 2018. Mas foi em minha terceira internação no começo de 2020 que aprendi o verdadeiro sentido da mudança. As clínicas não são prisões, mas nos libertam da prisão mental que as drogas proporcionam.”
(Renan Rugolo Ré – Autor dos Artigos do Grupo Braços Abertos)

