Diferentes Tipos de Terapia Experiencial para o tratamento contra o Vício

tratamento contra o Vício

Antes de realizar o procedimento de internação de alguém que é dependente químico, normalmente recorre-se a diferentes tipos de terapia experiencial para o tratamento contra o vício. Alguns recorrem à religião, outros recorrem a Yoga, exercícios físicos, nutrólogos, meditação, tratamentos fitoterápicos, medicação natural, psicotrópicos, e algumas pessoas recorrem a tratamentos à base de ibogaína.

Quais serão efetivos? Ninguém sabe, tudo é uma questão de maturidade na aceitação do tratamento e o quanto a pessoa está envolvida no processo de dependência química. Existem pessoas que apenas na religião conseguem sair do processo de dependência, enquanto outras, necessitam de várias e várias internações até a famosa “ficha cair”.

A questão é, porque normalmente recorrer diretamente a recursos externos e alternativos se as clínicas de reabilitação são lugares que tratam com efetividade a doença do comportamento adictivo aliado ao consumo de narcóticos? A tecla da marginalização das clínicas de recuperação é apertada novamente. Porque a sociedade vê com tantas mazelas uma instituição?

Está ligado à como as doenças mentais eram tratadas antigamente. Normalmente, eram os manicômios da vida que realizavam o tratamento de vício em drogas, jogos, homossexualismo e melancolia (termo utilizado antigamente para a depressão).

Apesar dessas instituições se renovarem e passarem por uma série de mudanças, a conotação pejorativa ainda não saiu de cena nestas gerações. O termo manicômio foi substituído por hospitais psiquiátricos e atualmente eles salvam vidas de pessoas que estão mentalmente adoecidas e que, se não tratadas, padeceram sozinhas.

Por isso, muitas famílias que desconhecem a maneira como as instituições trabalham sobre a dependência química recorrem a diferentes tipos de terapia experiencial para o tratamento do vício.

Tratamento Alternativo

Como citado, existem vários tratamentos alternativos para pessoas que querem se livrar da adicção. Tratamentos que envolvem desde medicamentos fitoterápicos até mesmo tratamentos experimentais como a utilização da ibogaína. Qual é o melhor? Infelizmente não temos a resposta mais adequada. Não é porque somos uma instituição, que estamos desmerecendo outras especialidades.

É que o Grupo Braços Abertos conhece com solidez e eficiência o tratamento aplicado em nossas instalações. Sabemos o quanto é importante o tratamento dentro de um quadro abusivo de drogas sejam lícitas ou não. Entretanto existem pessoas que não têm a necessidade de uma internação efetiva dentro de uma instituição e normalmente essas pessoas buscam ajuda em:

  1. Psiquiatras

  2. Psicólogos

  3. Terapeutas Holísticos e Consteladores Familiares

  4. Microfisioterapia

  5. Treinadores Físicos

  6. Reuniões de Grupo de Apoio (N.A – A.A ou A.E)

  7. Tratamentos Fitoterápicos ( à base de plantas naturais)

  8. Ingresso em Religiões

  9. Tratamentos experimentais através de substâncias como a Ibogaína

Todas as práticas citadas acima são válidas, não há nada que impeça alguém de realizar o tratamento em nenhuma dessas áreas. Muito pelo contrário, é indicado que, ao sair de uma instituição recorra-se à prática de algumas das atividades listadas acima. Entretanto a última da lista acima, é de altíssimo risco, mas que mesmo assim muitas pessoas recorrem à essa prática de tratamento.

Pensamentos

Tratar de uma das doenças de mais difícil tratamento de hoje em dia, não é uma tarefa fácil e ainda quase impossível realizar tal tratamento sozinho. Não é fácil ser dependente químico, o cérebro do usuário sempre vai querer a substância de escolha justamente nos momentos mais difíceis, e concomitantemente nos felizes também, como forma de mérito ou comemoração.

É quase como um procedimento involuntário. Quando menos se espera já está recaindo na substância. Por isso a necessidade de atenção constante do usuário para consigo mesmo, prestando atenção nos pensamentos que se seguem, e caso haja pensamentos negativos que gerem desconforto, enfrentá-los de maneira a não recair na substância. Sendo assim, qual a melhor maneira de manter-se seguro diante uma possível situação de frustração?

Treinamento Cerebral

Treinar o cérebro para conseguir enfrentar pensamentos negativos que podem servir como base de uma recaída comportamental é definitivamente necessário. Mas tem como realizar isso sozinho? A resposta é um grande não. Mesmo pessoas que são formadas em psicologia, necessitam de apoio para manterem a mente sadia e não tomarem os problemas dos outros em consultórios. Se um profissional faz isso, quem dirá um amador?

Por isso a necessidade de um profissional como um psicólogo. Eles ajudam a colocar as ideias no lugar de forma a realizar um enfrentamento. Não é fácil, gera dor e frustração, mas é indispensável e importante enfrentar os demônios internos. Além do mais, existem psiquiatras que podem ajudar no tratamento de doenças como a bipolaridade e a TAG, que podem ser tanto resultados ou agentes precursores da dependência química.

Reuniões e Grupo de Apoio

Quem mais além de pessoas que sofrem do mesmo tipo de problema para nos ajudar a entender como somos? Falar de drogas com uma pessoa que sequer tem vício é a mesma coisa que tentar explicar pra uma pessoa que não é diabética que ela não pode comer doces.

Normalmente aprendemos por empatia, ou seja, quando nos sensibilizamos com o problema tendemos ou a ajudar ou a possivelmente melhorar, e os grupos de apoio realizam exatamente isso. Com um problema em comum – a adicção – os grupos de apoio demonstram histórias diferentes sobre uma temática já conhecida. O que auxilia na questão da empatia.

Grupo Braços Abertos como Foco

Respeitosamente nós entendemos que as pessoas têm o direito de escolherem quaisquer tipos de tratamento, ainda mais que existem diferentes tipos de terapia experiencial para o tratamento contra o vício. Nós compreendemos que estamos em uma sociedade que é livre para escolher, entretanto, nós conhecemos bem a dependência química e para nós, dependendo do estágio da doença do comportamento adictivo, nós sabemos que a internação se faz necessária.

Por fim, viemos gentilmente fazer uma proposta ao nosso leitor. Seja você um usuário ou seja um familiar, entre em contato conosco. Venha conhecer nossas instalações e dependências. Venha entender como funciona o tratamento dentro de uma clínica de recuperação. Pense que aqui, a assistência é total. O tratamento consiste em amparar 24 horas, sete dias por semana, a saúde mental e consequentemente a saúde física.

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