Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos?

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos

Atualmente, com os avanços nos estudos relacionados a medicina psiquiátrica, o campo dos estudos relacionados ao tratamento de pessoas que sofrem com esse tipo de comorbidades está tendo um leque muito maior de opções em comparação à décadas passadas, mas muitos ainda se perguntam em como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos?

As doenças mentais são várias, desde depressão, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade generalizada, bipolaridade, transtorno de personalidade borderline, esquizofrenia, dependência química e outras mais que existem por aí, mas estas citadas são as mais comuns.

As pessoas podem ter uma carga genética que contribui para que se desenvolva ao longo da vida esses problemas, assim como em como no caso de doenças com a diabetes e pressão alta, ou até mesmo o câncer. Sendo assim, as doenças psiquiátricas também podem passar seus genes de geração em geração.

E como o ambiente influencia, e muito, na ativação ou não destas cargas genéticas, é comum que alguns indivíduos estejam propensos a desenvolver problemas crônicos muito mais cedo do que poderiam desenvolver. Por exemplo, pessoas que têm uma tendência à esquizofrenia, ao utilizar de drogas que são perturbadoras, como a maconha por exemplo, podem conjuntamente com o fator genético ter uma predisposição a desenvolver antecipadamente quadros de psicose visual e auditiva antes dos 20 anos.

Por isso, vale ressaltar que o tratamento de pessoas que têm problemas psiquiátricos é fundamental para uma saúde mental melhor ao longo da vida. Claro que existem graus mais elevados de distúrbios, entretanto quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, mais branda e leve a vida de quem está em recuperação.

As formas mais eficazes de realizar o tratamento desses transtornos

Falar de problemas mentais e doenças do gênero pode até causar um “bolo no estômago”, mas antes de pensar em como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos é interessante ressaltar que as formas mais eficazes de realizar o tratamento desses transtornos é ter o diagnóstico clínico concreto.

Por isso, ir a um especialista e fazer os exames necessários para que haja constatação e a necessidade de recurso terapêutico é a melhor maneira de começar o tratamento, seja ele medicamentoso ou em instituições especializadas para esse tipo de situação.

Além do mais, é importante que a família esteja à parte da situação e que seja informada sobre como funciona o procedimento de recuperação medicamentoso e de internação. Conhecimento nunca é demais, muito pelo contrário, quanto mais, melhor. Especialmente em situações onde o tratamento envolve medicações fortes e que podem fazer com que a personalidade do indivíduo se altere.

Além do mais, é bom que os familiares estejam envolvidos em processo de recuperação conjunto para que não tenham atitudes que provoquem gatilhos que geram um quadro crônico de surto.

Em casos de doenças mentais, algumas palavras, gestos ou até mesmo ações podem fazer com que o indivíduo tenha surtos e isso às vezes pode apenas cessar em decorrência de uma internação. Ou seja, conhecimento é uma das formas mais eficazes de realizar o tratamento desses transtornos.

O procedimento de internação deve ser realizado de acordo com a periodicidade dos surtos

Quando há a intenção de realizar a institucionalização de alguém o procedimento de internação deve ser realizado de acordo com a periodicidade dos surtos. Quanto mais surtos em um espaço curto de tempo, maior a necessidade. Trazendo para o âmbito da dependência química, quanto menos tempo limpo, maior a necessidade das clínicas ou hospitais psiquiátricos, sendo assim, validando as formas mais eficazes de realizar o tratamento desses transtornos.

Outra questão importante e que deve ser posta em jogo neste artigo é a questão das clínicas de recuperação, por exemplo. Existem dois tipos mais comuns de práticas de internação: a involuntária e a voluntária.

A internação involuntária é quando, apesar de vivenciar o surto, a pessoa não compreende a necessidade de realizar o tratamento. A doença praticamente fala por si só. No caso de pessoas que são dependentes químicos crônicos ou alcoólicos também é uma boa solução quando há a necessidade desse tipo de recurso.

Pessoas que sofrem de graus elevados de depressão e borderline, também normalmente são hospitalizadas e institucionalizadas de maneira involuntária, já que podem cometer atos contra sua própria segurança.

Neste caso, a pessoa tem a ciência da doença e da necessidade de apoio clínico especializado. Então aceita o tratamento e, conjuntamente, o fato da internação ocorrer. Sendo assim, dentro do parâmetro da drogadicção é comum que pessoas que são internadas de maneira voluntária tenham muito mais chances de se recompor rapidamente, justamente porque aderem mais facilmente ao tratamento.

Aprendendo a lidar com um conjunto de fatores

Ao estar institucionalizando alguém você não só aprende em como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, mas ao mesmo tempo em como salvar a vida de alguém que pode ser um risco para si mesmo.

Por exemplo, pessoas que têm problemas abusivos com a cocaína e caso não recorram ao tratamento, podem morrer por conta da overdose.

Por isso que quando alguém é institucionalizado, essa pessoa vai aprendendo a lidar com um conjunto de fatores psíquicos comportamentais e da maneira como é interpretado o ambiente, de modo que vá lidando com a doença e aprendendo as ferramentas necessárias para que se combatam os gatilhos que geram os surtos ou até mesmo, no caso da dependência química, que impulsionam o uso.

Desta maneira o procedimento de internação deve ser realizado de acordo com a periodicidade dos surtos, a institucionalização pode ser realizada de maneira voluntariada ou involuntária, e ao estar em uma instituição é imprescindível que se absorva ao máximo as técnicas que a mesma disponibilize para que se consiga controlar a doença.

Por fim, para que se tenha sucesso no procedimento, entre em contato conosco do Grupo Braços Abertos e faça uma avaliação. Converse com nossos especialistas e informe-se sobre o procedimento de internação. Essa é a maneira mais importante de tratar e cuidar de quem realmente se ama, fazendo o tratamento correto, não tem erro, é vida boa na certa.

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